Notícia
A conversa, conduzida por Tânia Ribas de Oliveira, abordou diferentes aspetos da doença, desde os sintomas, muitas vezes pouco específicos, à possibilidade de surgir em mulheres mais jovens, passando pelo risco de recidiva e pela importância da atividade física antes, durante e depois do tratamento.
Cláudia Fraga falou também sobre o seu percurso com a doença, incluindo a recidiva três anos após o primeiro diagnóstico, contribuindo para sensibilizar para a importância de estar atenta aos sinais do corpo e procurar acompanhamento médico perante sintomas persistentes ou pouco habituais.
A participação permitiu ainda chamar a atenção para questões relacionadas com a fertilidade e a possibilidade de preservação de ovócitos em mulheres diagnosticadas em idade mais jovem.
A Associação MOG agradece à RTP, ao programa «A Nossa Tarde» e a Tânia Ribas de Oliveira pelo convite e pela oportunidade de falar sobre o cancro do ovário.
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